terça-feira, 25 de março de 2008

I CURSO DE FORMAÇÃO MUNICIPAL


Nos dias 21, 22 e 23 de Março de 2008, participaram jovens, lideranças estudantís, membros de gremios estudantís, de entidades municipais de estudantes, entre outros representantes de municipios vinhos no I Curso de Formação Municipal da União da Juventude Socialista de Santa Cruz do Capibaribe. Eram mais de 40 jovens, filiados e simpatizantes do movimento, que discutirtam Socialismo, dialética, marxismo, Partido Comunista do Brasil, protagonismo, meio ambiente, movimento estudantil, genero, entre outros.
Houve apresentação de videos, filmes e documentários, além das aulas da propria diretoria da UJS/SCC e também contou com a participação de Eduardo Guerra, engenheiro e advogado, membro da direção estadual do Partido Comunista do Brasil.
Ao longo da programação houve também debates com lideranças políticas na cidade, entre eles, candidatos ao conselho tutelar Nara Priscila e Laércio e o pré-candidato a prefeito o deputado Antonio Figueroa, mais conhecido como Toinho do Pará, o vice prefeito Zé Elias e o pré-candidato a vereador Diogo Moraes.
No domingo em sua plenária final disciu-se sobre o Movimento Estudantil no Brasil, em Pernambuco e em Santa Cruz do Capibaribe, onde foi deliberada diversos trabalhos a serem executados até o Congresso Municipal, que será realizado no dia 10 de Maio, entre elas, campanha de filiação 2008, Se Liga 16 e o lançamento da Caravana do Estudante.

AULA COM EDUARDO GUERRA


Após assitido Brasil outros 500, produzido pelo Partido Comunista do Brasil, discutido e analizado pelo grande militante e membro da direão estadual do PCdoB/PE Eduardo Guerra.

DEPOIS DA AULA


Depois da grande aula com Eduardo Guerra.

DEBATE COM NARA


Debate com a candidata ao Conselho Tutelar, Nara.

DEBATE COM TOINHO DO PARA


Debate com o pré-candidato a prefeito, Deputado Toinho do Pará.

DEPOIS DO DEBATE


Juventude Socialista de Santa Cruz do Capibaribe, e participantes do debate, Toinho do Pará, Zé Elias e Diogo Moraes.

EM FRENTE A BANDEIRA


Tallys Maia e Deputado e pré-candidato a prefeito Toinho do Pará.

EM FRENTE A BANDEIRA


Tallys Maia e vice prefeito Zé Elias

APRESENTAÇÃO DE VIDEOS


A coordenação do curso trouxe para os filiados e participantes do curso, diversos videos, entre eles: Brasil, outros 500, Protagonismo Juvenil, Expedição Capibaribee o filme Zuzu Angel.

segunda-feira, 24 de março de 2008

INTRODUÇÃO


UNIÃO DA JUVENTUDE SOCIALISTA

A União da Juventude Socialista (UJS) é uma entidade de massa caráter socialista brasileira, fundada em 22 de setembro de 1984, enquanto partidos políticos socialistas e comunistas ainda eram proibidos, dentre eles o PCdoB.
A UJS possui diversas linhas de atuação, entre elas, Movimento Hip Hop, Jovens Trabalhadores, Gênero e Sexualidade, Raça, Movimentos de Bairros, Cultura, Esportes, Políticas Publicas para Juventude, mas se destaca mais no Movimento Estudantil, onde é uma das maiores forças políticas, dirige a UNE (União Nacional dos Estudantes) e a UBES (União Brasileira de Estudantes Secundaristas), entre diversas entidades gerais e de base nesse movimento, em Santa Cruz do Capibaribe, dirige a AESSCC (Associação dos Estudantes Secundaristas de Santa Cruz do Capibaribe), em Pernambuco a UMES (União Metropolitana de Estudantes Secundaristas) e UEP (União dos Estudantes de Pernambuco).
A UJS foi uma das entidades responsáveis pelo movimento popular Fora Collor, atuou no Fora FHC.
A UJS é organizada em núcleos, direções municipais, direções estaduais e a direção nacional. Esta entidade tem direção estadual organizada em todas as Unidades da Federação.
O principal fórum da UJS é o seu Congresso Nacional. Este delibera a executiva que irá "guiar" a UJS nos próximos dois anos, até que ocorra um novo congresso e a mesma seja mudada novamente. No ultimo congresso nacional, o 13º de sua história, foi eleito presidente da entidade o ex-presidente da UBES Marcelo Gavião.
Hoje a UJS defende o voto aos 16 anos, através da campanha Se liga 16, a não redução da maioridade penal, a solidariedade internacional, o respeito ao meio ambiente, os investimentos públicos na cultura, esportes, educação, saúde, a reforma agrária, a reforma universitária, dentre outras bandeiras do campo democrático do movimento social do país.
No Brasil são 100 mil filiados, sendo 14 mil Pernambuco.
Em Santa Cruz do Capibaribe, a União da Juventude Socialista foi fundada em 2003, com a necessidade da redemocratização do movimento estudantil da cidade que culminou com a criação da entidade secundarista AESSCC.Hoje a UJS é uma das maiores entidades da sociedade civil organizada na cidade, contribui para construção de um projeto de desenvolvimento, visando a educação e a juventude.

(Por Tallys Maia - Presidente Municipal da UJS Santa Cruz do Capibaribe)

ECONOMIA


MARXISMO E MAIS VALIA

O método dialético é utilizado por Marx, mais quem introduziu foi Hegel, onde trouxe a questão do idealismo, ou seja um ser é dotado de uma razão, de uma idéia. Só que além dessa idéia existe um ser empírico que manda em todas as coisas. O que se dá uma idéia transcendental das coisas. Sendo esse um conceito conservador do tradicionalismo, mais propriamente histórico.
Hegel, diz o seguinte: Através da dialética você pode observar a convivência entre o ser e a natureza, onde eles se combinam, se relacionam e modificam a natureza, que por sua vez modifica o ser. Ou seja, as coisas se transformam nada é instável, daí a lei dos movimentos.
O modelo de produção capitalista é mutável ele cria suas próprias doenças e vacinas.
Então Marx pegou o conceito da dialética de Hegel para chegar ao modo de produção capitalista.

APARÊNCIA E ESSÊNCIA

Aparência e essência são instrumentos da dialética que são usados por Marx (Na analise do modo de produção), Marx diz o seguinte: tudo na sociedade é uma questão de aparência e por trás dessa aparência existe a essência.

PAR DE CONTRÁRIOS

A compra e a venda a mercadoria é que se constitui num para de contrários. Para detentores dos meios de produção a mercadoria, provenientes de objetos é denominada valor. Esta mercadoria representa riqueza para o modo de produção capitalista. (a mercadoria é uma aparência da riqueza). A mercadoria não tem valor de uso para o proprietário e sim para quem vai comprar. A mercadoria tem valor porque foi gasto tempo de trabalho socialmente necessário, proveniente da força de trabalho, em combinação com instrumentos. O valor da mercadoria vem do valor abstrato e esse trabalho abstrato dar esse valor antes da mercadoria partir para o mercado. Já o trabalho concreto se manifesta através do valor de troca. Onde valor de roca é a manifestação do valor.
No mercado vai existir o ato de compra e venda, onde um não vive sem o outro formando uma unidade no mecanismo de circulação de mercadoria. De forma que as mercadorias tem seu valor para casa usuário, são trocadas nesse mercado (negociação) e logo depois se expelem. O ato de compra e venda formam unidade, mas depois se expelem. È por esse motivo que a compra e venda formam um par de contrários.

A RELAÇÃO SOCIAL

Quando um homem transforma uma mercadoria, por trás dessa transformação da matéria-prima (natureza), associado com o trabalho do homem e os meios de produção, nós temos uma relação entre homem. No caso quando se produz uma mercadoria, existe nessa mercadoria a força de trabalho de um grupo de homens. Mas quem vai ao mercado a procura dessa mercadoria não está se importando com a força de trabalho necessária pra se produzir esta mercadoria. Na realidade a relação entre homens assumiu uma forma fantasmagórica na realização das “coisas”.
Hoje se compra “coisas”, hoje se vai ao mercado a procura de “coisas” e não pensando no trabalho humano que na mercadoria foi empregado. Pois nos vivemos numa sociedade de aparência onde as pessoas só se preocupam com a aparência das coisas não com sua essência. Isso se chama fetichismo.

MODO DE PRODUÇÃO

Em determinado momento da historia social, o modo de produção era realizado da seguinte maneira: Uma mercadoria era produzida, e logo vendida para comprar outra mercadoria, também conhecido como modelo M-D-M. Tempos depois, o modo de produção foi realizado através de outra função: Através do dinheiro produzia-se uma mercadoria, e depois se trocava por dinheiro novamente esse era o modelo D-M-D. O no sistema capitalista, o sistema é parecido com esse segundo, porém o ultimo de é acrescentado do lucro do capitalista. Sendo a formula a seguinte: D-M-D+. O lucro incorporado neste D+ é proveniente da força de trabalho.

MAIS VALIA

A força de trabalho proveniente do trabalho excedente gera a mais valia. Para entendermos melhor, imaginemos que seja necessário para produzir 10 cadeiras cerca 6 horas de trabalho, porém o trabalhador trabalha 8 horas, mas ele é pago apenas para produzir as 10 cadeiras (apesar dele não saber), ou seja, essas duas horas excedentes chama-se mais valia, esse é o ponto que surge o valor do D+.

(Por Willamy Feitosa)

DIALÉTICA E SOCIALISMO


DIALETICA E SOCIALISMO

Com Marx e Engels começo-se a discutir concretamente como fazer para mudar e implantar uma sociedade mais justa. É com eles que começa a socialismo cientifico, isto é, uma ciência para colocar em prática esses ideais.

Marx tomou três coisas que estavam em voga na sua época e as colocou juntas:

a) A dialética isto é, uma teoria que afirma: tudo contém em si a sua contradição (tudo o que é temporal é imperfeito e relativo). Essa teoria impulsiona à ação, mostra que tudo é imperfeito e pode sempre ir melhorando. Não se pode parar.
b) A economia política inglesa, baseada, principalmente, nas idéias de Adam Smith e David Ricardo. Basicamente essas idéias diziam que todo valor é fruto do trabalho humano: a fonte de único das riquezas.
c) O socialismo, isto é, as idéias de igualdade, solidariedade, justiça para todos. Democracia.


Juntando essas três idéias, teremos o que se chamou de socialismo científico, ou possível, ou capaz de ser colocado em prática: a) a convicção de que é possível mudar (dialética); b) a descoberta de que é o trabalho que produz tudo( teoria do valor); c) a igualdade de todos(socialismo).

O que aconteceu depois disso? As coisas começaram então a estremecer. A estratégia foi logo começar a trabalhar com os que faziam tudo – os trabalhadores: são eles que produzem tudo (“o trabalho é a fonte de riquezas” ). Por justiça, eles deveriam ser tomados em consideração, deveriam ser a fonte principal do poder, enquanto houvesse uma sociedade dividida, até que se chegasse a uma sociedade em que todos teriam os mesmos direitos e deveres.

É evidente que as idéias socialistas não nasceram do ar. Na medida em que começaram a ser postas em prática, começaram a mexer justamente com quem ditinha privilégios injustos. Concretamente, foi contra o capitalismo que os socialistas começaram a lutar. E quem começou a lutar foram justamente os trabalhadores. Aliás, a grande luta do socialismo é contra o capitalismo. É importante ter em mente que capitalismo separa os meios de produção (capital) do trabalho. Se não há isso, não há capitalismo. Mas por que faz isso? Justamente para dominar o trabalhador (relação de dominação, isto é, em que um é dono) e principalmente para explorar, isto é, tirar para si (para o capital) parte do trabalho. Sendo que é “o trabalho que é a fonte única das riquezas”. Os donos dos meios de produção (do capital) só podem se enriquecer na medida em que tiram (expropriam, exploram) parte do trabalho do trabalhador.
Nessa altura, a gente vai entendendo melhor o surgimento do socialismo. As pessoas acreditavam que era possível mudar (dialética); queriam igualdade e justiça (socialismo); não existia nem mudança nem igualdade porque o capital não deixava mudar e havia exploração do trabalho. Assim aos poucos, os trabalhadores, foram se unindo, se organizando e exigindo seus direitos. A luta foi difícil. Muitos trabalhadores morreram. Outros melhoram bastante.

As maneiras de se fazer isso também foram muito diferentes. Em alguns lugares (como nos países que continuaram capitalistas) os trabalhadores se contentaram em melhorar seu salário. Em outros lugares, houve confronto direto entre trabalhadores e donos do capital. Os trabalhadores conseguiram chegar ao poder, mandar. Mas aí aconteceu, aos poucos, uma coisa que não se previa: o grupo de gente que tomou o poder começou a mandar, a dominar e a explorar os que trabalhavam. Por isso, é preciso distinguir o socialismo científico enquanto teoria, e o movimento pela justiça e pela sua concretização.

O socialismo quer, concretamente, fazer com que o fruto do trabalho do trabalhador fique com ele; em outras palavras: que ele não seja explorado em seu trabalho. E acredita que só assim poderá haver justiça e igualdade para todos.

Aqui é importante fazer uma distinção muito necessária: o socialismo pretende a socialização dos bens de produção (daquilo que produz, isto é, terras, fábricas) e não aquilo que é produzido: bens de consumo. Alguns acham que já existe socialismo quando o que é produzido é socializado. Mas não é assim. Agora, o que acontece é o seguinte: o Estado (quando representa de fato cidadãos numa democracia verdadeira, e não quando o Estado são os capitalistas ou um grupo só) pode “socializas” algumas coisas absolutamente necessárias para todos, como a educação, a saúde, o transporte coletivo, a moradia, pode garantir a alimentação básica isto é, ninguém ira morrer de fome.

Realmente, não é fácil dizer o que é o socialismo, pois não existe um só, mas muitos, de diversos graus, de diversas matrizes.
O importante é o seguinte: em cada caso a gente precisa perguntar:

1) Há mobilização, organização do povo? Povo quer progredir ou está acomodado? Quanto mais mobilização, participação e vontade (fé e esperança) do povo em progredir, mais socialismo.
2) O povo está recebendo o justo preço de seu trabalho? O que ele faz, realmente fica para ele? Quanto mais o fruto do trabalho fica com quem trabalha, isto é, quanto menos alienação (separação entre o trabalho e o Fruto do seu trabalho) e exploração houver, mais socialismo.
3) Há realmente democracia na sociedade, isto é, os direitos de cada um são respeitados, e todos são tratados igualmente, ou há enormes diferenças, privilégios, injustiças? Quando mais igualdade (não uniformidades) houver, mais essa sociedade é socialista.

Ainda mais: nunca haverá uma sociedade socialista perfeita, pois tudo o que é histórico é imperfeito, é relativo. Um socialismo acabado iria contra o primeiro principio, pois tudo contém em si a sua contradição, tudo pode ainda melhorar.

O que se pretende evitar é a pratica da dominação e da exploração. Se alguém, por exemplo, possui um meio de produção, mas paga a cada trabalhador o preço justo de seu trabalho, tudo bem. E para haver socialismo não é preciso haver supressão total da propriedade privada, dos meios de produção, como queriam os socialistas extremados. Eu posso trabalhar num meio de produção que não é meu, sem exploração.

Não é tarefa de alguns dizerem qual é o melhor tipo de sociedade, isso depende do povo organizado. Dentro dos extremos, cada povo deve se organizar como quer, respeitando sempre as aspirações da maioria. Se pudéssemos englobar, talvez, os muitos tipos de socialismo, poderíamos dividi-los em duas categorias. Uma primeira, onde há maior coletivização dos meios de produção e a tomada do poder foi através dum processo revolucionário popular.
Uma segunda, que poderíamos chamar de socialismo democrático, onde se chegou ao poder através do voto; nesse caso se fazem apenas algumas reformas e as transformações se dão aos poucos.
(Por Bruno Maia)

SOCIALISMO COM A NOSSA CARA


Baseado na teoria marxista, em sua obra “O Capital”, a União da Juventude Socialista, como juventude organizada defende o Socialismo Científico, em oposição ao capitalismo. ]
Vivemos em um sistema opressor, onde o homem explora o próprio homem. Um sistema em que visa o lucro, onde a produção e feita para o lucro e não para o bem estar social, e que para um se dar bem tem que prejudicar milhares. Onde o rico cada vez fica mais rico e o pobre cada vez fica mais pobre. Um sistema em que gera uma grande desigualdade social, onde os recursos financeiros ficam concentrados nas mãos de poucos e a grande maioria da população fica a mercê da realidade do dia-a-dia.
Segundo Marx, o ser humano só fica rico depois que se apropria do trabalho dos outros. Para exemplificar, em uma fabrica, onde mais de mil trabalhadores se sacrificam diariamente para a produção, o burguês, dono da propriedade lucra com esse trabalho.
Nós da UJS defendemos o “Socialismo com a nossa cara”. Acreditamos que não devermos copiar nenhum tipo de socialismo dos outros países, devermos estudar as experiências e trazer para nossa realidade.

(Por Tallys Maia)

HISTORIA DA AESSCC


RETOMANDO O RUMO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL

Fundada em 1º de maio de 2003, a Associação dos Estudantes Secundaristas de Santa Cruz do Capibaribe, denominada AESSCC, com o intuído de reconstruir a historia do movimento estudantil em nossa cidade, sempre esteve na luta diária dos estudantes. Os jovens que inicialmente chamados de loucos, por tentar enfrentar uma entidade que existia a mais de 10 anos, conseguiram reconstruir o movimento estudantil daquela época, levando aos estudantes debates de políticas publicas para a juventude, educação e conjuntura.
Os estudantes que no feriado do dia do trabalhador estavam dispostos a participar ativamente da vida dos estudantes conseguiram se unir a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, trazendo para a nossa cidade a Carteira de Identificação Estudantil da UBES, proporcionando ao movimento estudantil nacional mais transparência.
Realizando congressos municipais, encontro de grêmios e levando aos estudantes o debate político para consciência social, a AESSCC ao longo desses anos conseguiu mostrar aos jovens a realidade nacional. Participou ativamente dos congressos estaduais e nacionais da UBES, ajudou na reconstrução da União dos Estudantes de Pernambuco. Levou os estudantes a interagir junto a outras realidades de outros municípios e outros estados.
Participou ativamente das conferências municipais, debates e palestras de interesse dos estudantes e dos jovens deixando marcado a sua ideologia e o seu interesse de tentar mudar o nosso município. Contribuiu para o COMDECA, Conselho de Juventude e demais entidades relacionadas aos estudantes. Contribuiu para projetos esportistas e culturais, como o Santa Cruz Cultural.
No momento em que o estado de Pernambuco estava sucateado. Escolas sem professores, alunos sem aulas, prédios desgastados. A AESSCC esteve junto a União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas e com a União dos Estudantes de Pernambuco na defesa e na luta dos estudantes contra esse governo retrógrado e anti-progressista. Participou do “Fora FHC” e ajudou na estabilização de um governo nacional que realmente estava do lado da população brasileira. Aliou-se a um governo municipal progressista, fez parte do projeto de desenvolvimento e futurista implantado pelo poder publico.
Levantou junto a UBES, UNE e UEP diversas bandeiras de luta no movimento estudantil como a Reforma Universitária, Reserva de Vagas, Se liga 16, Projeto Nova Escola, Amazônia é nossa, a favor do FUNDEB, etc.
Apesar de enfrentar diversos problemas, a AESSCC sempre se manteve de forma erguida, nunca baixou a cabeça e conseguiu manter a estabilidade do movimento estudantil em Santa Cruz do Capibaribe. Esse ano a AESSCC completa 5 anos, e ficará para sempre marcado na cabeça dos membros e dos estudantes que por ela passou.
(Por Tallys Maia)

MOVIMENTO ESTUDANTIL SECUNDARISTA


A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) representa os alunos dos Ensinos Fundamental, Médio, Técnico, Profissionalizante e Pré-Vestibular do Brasil. Reúne em torno de si todos os grêmios das escolas públicas e particulares, além das entidades estaduais e municipais secundaristas. Desde 1948, a UBES defende a juventude, a educação e uma nação livre e soberana, ao lado dos principais movimentos sociais. Os estudantes secundaristas participaram de diversos momentos da história do país, como na época da ditadura militar, no governo Collor com os cara pintadas, durante o governo FHC contra o neoliberalismo no Brasil e na América Latina. Qualquer estudante pode fazer parte desta história e se unir à UBES. Basta procurar o movimento estudantil na sua escola.
Resumo histórico
Desde as décadas de 30 e 40, os estudantes secundaristas já se organizavam em diversas regiões para debater e transformar a educação no Brasil. A maioria desses grupos surgia dentro das escolas, nos grêmios dos antigos colégios estaduais, os chamados Liceus. Nessa época, o contingente de estudantes crescia muito e sua participação na vida política do país era cada vez mais urgente. Era preciso que o movimento se organizasse em uma só entidade, para fortalecer a representação e a luta estudantil.
Nasce a UBES - Os secundaristas conseguiram com muito esforço realizar o seu primeiro congresso nacional em 1948, no Rio de Janeiro. A UBES foi criada no dia 25 de julho, mesma data em que foi oficializada a colaboração entre UNE e a UBES. Nos seus primeiros anos de existência, ainda em fase de estruturação, a entidade enfrentou o conturbado período do fim da era Vargas. Após o suicídio do ex-presidente, em 1954, a ameaça de golpe rondava o país e os secundaristas juntaram forças para lutar pela democracia e pela realização das eleições.
A UBES cresceu e expandiu suas bandeiras, os estudantes se mobilizavam por mais bolsas de ensino, material didático e melhores condições para os alunos carentes. No início da década de 60, durante os governos Jânio Quadros e João Goulart, os estudantes passaram a integrar a Frente de Mobilização Popular, que envolvia outros importantes movimentos sociais brasileiros da época (incluindo a UNE).
Golpe Militar - Mas a o movimento estudantil recebeu um duro golpe com a chegada dos militares ao poder. Logo que a ditadura se instalou, em 1964, a sede da UBES e da UNE, que funcionavam no mesmo prédio, na praia do Flamengo, foi atacada e incendiada. As lideranças estudantis foram perseguidas e presas. Muitos militantes fugiram ou foram exilados, mas, mesmo assim, a UBES se organizou como pôde. O movimento continuou dentro das escolas, com os grêmios, e através de diversas passeatas e manifestações. Houve muita luta contra o acordo MEC e a USAID, instituição norte-americana que buscava intervir diretamente na educação brasileira.
Edson Luís - A situação se tornou mais complicada com o Ato Institucional 5, em 1968. Todas as atividades estudantis foram postas na ilegalidade, a repressão era intensa e violenta. Um episódio então marcou a história da UBES e do país no dia 28 de março de 1968. Uma manifestação no Rio de Janeiro contra o fim de um restaurante popular resultou no assassinato do estudante secundarista Edson Luís Lima Souto, de 16 anos. Edson tornou-se o símbolo da resistência não só para os estudantes, mas para todos os que lutaram e sonharam com o fim da ditadura e a recuperação da liberdade.
O cortejo de seu enterro, com saída da Cinelândia, onde foi velado, até o cemitério São João Batista, reuniu milhares de pessoas, comparável somente ao de Getúlio Vargas. Nas palavras de Arthur Poerner, no livro O Poder Jovem, temos um relato impressionante ao dizer que “coberto pela bandeira nacional, o caixão desceu as escadarias da Assembléia sob os acenos de milhares de lenços brancos. O povo entoava o Hino Nacional. Do alto dos edifícios caíam pétalas de flores e papéis picados, a multidão gritava “desce”, “desce!” para os que, nas janelas, se limitavam a içar bandeiras negras. Muitos desciam e se integravam ao acompanhamento. Mas os gritos mais ouvidos – igualmente inscritos em centenas de faixas – eram “Poderia ser seu filho!”, “Fora assassinos!”, “Brasil, seus filhos morrem por você!”.
Reconstrução - A repressão continuou e a UBES precisou se manter em pequenos congressos secretos com menos participantes, mas que mesmo mantiveram a unidade e a chama do movimento estudantil acesa. A reconstrução veio aos poucos, a partir de 1977. Algumas entidades secundaristas conseguiram fortalecer a sua atuação nos chamados centros cívicos de algumas cidades e começaram a reaparecer alguns grêmios e um movimento nacional pelo renascimento da UBES. A consolidação aconteceu com muito esforço em 1981, em Curitiba. Um antigo galpão, sem teto, banheiros, salas e cadeiras, serviu de base pra as discussões. No local, apenas muita poeira. Muitos estudantes foram para o sul do país sem dinheiro para voltar. Pedágios foram armados para levantar recursos. A polícia chegou a invadir o Congresso com a cavalaria. Mesmo com tantas dificuldades, a UBES renasceu.
Diretas Já - Em 1984, a UBES participou ativamente da campanha Diretas Já e apoiou a eleição de Tancredo Neves. O então presidente da entidade Apolinário Rebelo foi o primeiro a discursar no famoso Comício da Candelária que reuniu um milhão de pessoas. Os estudantes pintaram o rosto de verde e amarelo e foram para as ruas exigir a democracia de volta no país.
Fora Collor - Pouco tempo depois, durante o governo do presidente Fernando Collor, os secundaristas de caras pintadas seriam novamente protagonistas de um episódio marcante na vida do país. Em 1992, ainda em fase de reestruturação, a UBES foi uma das protagonistas do movimento que ficou conhecido como o “Fora Collor”, com participação de vários seguimentos da sociedade. Os secundaristas eram maioria nas manifestações que pipocavam por todo país exigindo o impeachment do presidente corrupto.
(Por Emilia Raffaele)

MOVIMENTO ESTUDANTIL UNIVERSITARIO


HISTORIA DA UNE

Mais do que o órgão de representação dos estudantes universitários, a União Nacional dos Estudantes (UNE) é uma das principais organizações da sociedade civil brasileira, com uma bela história de lutas e conquistas ao lado do povo brasileiro. A UNE foi fundada em 1937 e ao longo de seus 70 anos, marcou presença nos principais acontecimentos políticos, sociais e culturais do Brasil.
No dia 11 de agosto de 1937, na Casa do Estudante do Brasil no Rio de Janeiro, nasce a UNE como entidade máxima e legítima de representação estudantil e já nasce como uma das principais frentes de combate ao avanço das idéias nazi-fascistas no país durante a Segunda Guerra Mundial.
Os estudantes organizados também promoveram, em 1947, um dos mais importantes movimentos de opinião pública da história brasileira: a campanha “O Petróleo é nosso”, série de manifestações de cunho nacionalista em defesa do patrimônio territorial e econômico do país, que resultou na criação da Petrobrás.
A partir do golpe de 1964, tem início o regime militar e a história da UNE se confunde ainda de forma mais dramática com a do Brasil. A ditadura perseguiu, prendeu, torturou e executou centenas de brasileiros, muitos deles estudantes. A sede da UNE na praia do Flamengo foi invadida, saqueada e queimada no dia 1º de Abril. O regime militar retirou a representatividade da UNE por meio da Lei Suplicy de Lacerda e a entidade passou a atuar na ilegalidade. As universidades eram vigiadas, intelectuais e artistas reprimidos, o Brasil escurecia.
Apesar da repressão, a UNE continuou a existir nas sombras da ditadura, em firme oposição ao regime, como célebre passeata dos Cem Mil no Rio de Janeiro em 1968. Mesmo assim, o movimento estudantil continuou nas ruas, como nos atos e missa de 7º dia do estudante da USP, Alexandre Vannucchi Leme, e organizando protestos por todo o Brasil reivindicando mais recursos para a universidade, defesa do ensino público e gratuito, pedindo a libertação de estudantes presos do Brasil. Em 1979, a partir da precária reorganização da UEE-SP, iniciou-se a reconstrução da UNE no célebre Congresso de Salvador. Em 1984, a UNE participou ativamente da Campanha das "Diretas Já" e apoiou a candidatura de Tancredo Neves à Presidência da República.
Com a força recuperada, o movimento estudantil, representado pela UNE e pela UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), foi o primeiro a levantar a bandeira pela ética na política em 1992, durante as manifestações pró-impeachment de Fernando Collor. Milhares de estudantes “caras-pintadas” influenciaram a opinião pública com a campanha “Fora Collor” e pressionaram o ex-presidente à renúncia.
Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, a União Nacional dos Estudantes se manteve firme e denunciou o ataque neoliberal ao país, repudiando as privatizações, os privilégios ao capital estrangeiro e o descaso com as políticas sociais e com a educação. Os estudantes tiveram papel marcante nos anos FHC sempre defendendo o ensino público de qualidade e democrático.
A eleição de Lula em 2002 teve o apoio da União Nacional dos Estudantes, após um plebiscito promovido das universidades. Com uma postura independente, mas alinhada às iniciativas de mudança em relação ao neoliberalismo. Desde o início do governo, a entidade se mobilizou pela substituição do Provão por um novo modelo de avaliação das universidades e levantou os debates sobre a reforma universitária, participando ativamente no debate do projeto sobre os rumos da universidade brasileira, e ainda, de punhos erguidos para alterar a cara de nossas universidades: investindo da educação pública e regulando o setor privado.
(Por Iana Paula)

TEXTO MEIO AMBIENTE


Meio Ambiente, Socialismo e Democracia.

O Meio Ambiente tem sofrido as conseqüências da produção capitalista, principalmente pela desregulamentação da idéia de estado, atrelado a predominância das regras de mercado (do capital) e da globalização neoliberal como forma de dominação. As conseqüências danosas a natureza, entre aos quais, o agravamento do efeito estufa, efeito esse que ocasiona o aquecimento da terra, com conseqüente alteração nas correntes marítimas e de ar, conduzindo a series de alterações climáticas. Tal fenômeno decorre da emissão de gases poluentes, como gás carbônico e coloca em risco o futuro da humanidade. O aquecimento da terra é hoje um fato concreto, se estima que até o final do século a temperatura da terra aumente cerca de 4ºC. as conseqüências desse fenômeno será o derretimento de partes das calotas polares e de neve nas regiões montanhosas, com a conseqüente elevação do nível dos oceanos entre 18 até 58cm . Isto trará graves conseqüências, inúmeras cidades costeiras e ilhas poderão ser submersas.
Em fevereiro de 2005 entrou em vigor o Tratado de Kioto com o objetivo de reduzir a emissão de gases poluentes. Ele estabeleceu “responsabilidades comuns, mas diferenciadas” entre os países em relação ao efeito estufa, isto fundamenta a posição daqueles que defendem que o combate à poluição tem que ser realizado e levando em conta o processo histórico – isto é, aqueles que poluem mais e há mais tempo, como os países ricos, cuja industrialização já dura dois séculos, precisam arcar com uma parcela maior desse custo do que os países m desenvolvimento, que lutam contra a pobreza e pela elevação da qualidade de vida de seus povos. Com isso colocou a principal responsabilidade nos países desenvolvidos que emitem, há muitos anos, os gases que provocam o efeito estufa. Porem os paises ricos (a exemplo EUA), não assinaram o Tratado de Kioto, e nem se sentem responsabilizados pela grande catástrofe global prevista pela comunidade cientifica internacional.
O desmatamento continua acelerado e ininterrupto. O mundo já perdeu metade de suas florestas originais. Na zona tropical a perda anual somou 130km2. Este problema tem como causa principal o modelo agrícola capitalista baseado em grandes propriedades e na monocultura (hoje o desmatamento é a razão principal que coloca o Brasil no Ranking do 3º país mais poluidor do mundo). Como sabemos menos de 1% da água do planeta é potável, e o consumo continua crescendo de forma alarmente. A partir de 1950 o consumo de água triplicou, mais de 25 paises do mundo já sofrem com grande escassez de água doce, sendo que alguns paises árabes importam água potável a preços superiores ao do petróleo que exportam. O Banco Suíço Pictey prevê que em 2015 as empreas privadas fornecerão água potável para cerca de 1,75 bilhões de pessoas. Os maiores fornecedores serão a Nestlé e a Danone, entrando mais recentemente no mercado a Coca-Cola e a Pepsi-Cola. Ofato é que a questão da água está se tornando um problema extremamente grave e razão de conflitos e guerras. Mesmo diante deste quadro a água é usada de forma indevida e com grandes desperdícios.
Se todos pensam que os problemas ambientais se resumem apenas as questões internacionais ou nacionais, se enganam. Com o aquecimento global, regiões como o semi-árido (60% do território de Pernambuco) se tornarão ainda mais quentes, e inóspitas. As chuvas diminuíram e o polígono da seca irá se agravar. Segundo os estudiosos temos no nordeste milhares de refugiados ambientais, como os que vemos nos noticiários da TV.
Em nossa região vemos a falta de consciência ambiental principalmente nas áreas urbanas. O Rio Capibaribe e seus afluentes são tratados como grandes fossas urbanas, os resíduos sólidos e líquidos são despejados sem nenhum tratamento em suas águas. A produção de confecção coloca Santa Cruz do Capibaribe como a 22ª cidade mais rica em termos de PIB do estado (de um universo de 185 cidades), porém os resíduos da produção não são reaproveitados deixando de gerar centenas de empregos e preservar o ambiente urbano e muitas vezes rural. Santa Cruz do Capibaribe é uma das poucas cidades pernambucanas que possui aterro sanitário, porém se não houver uma consciência em separar o Lixo nas próprias residências e fabricas a coleta nunca acontecerá da forma proposta, e ávida útil do aterro cairá para menos de 4 anos. (pois se tornará um lixão).

SEGUIMENTO AMBIENTALISTA NA UJS
MAXISTA – SUSTENTABILIDADE DEMOCRATICA

Nosso seguimento considera que a solução efetiva dos problemas ambientais só será possível com a adoção de um modo de produção que não seja voltado para o lucro, mas sim para o bem estar da sociedade. Onde a propriedade não seja privada, mais sim propriedade social. Esta alternativa coloca o modo capitalista de produção como causador dos atuais níveis de degradação ambiental e propõem a construção de uma nova sociedade, uma sociedade socialista, um socialismo renovado incorporando a questão ambiental como questão relevante a ser resolvida. Entretanto, a implantação do socialismo, por si só, não resolve a questão ambiental, sendo necessário que esteja já presente na agenda da construção socialista e durante a construção do socialismo.
Todavia, a visão marxista leva em conta a correlação de forças para apresentar suas propostas de luta política a cada momento. A conquista do socialismo, com avanços mais aprofundados na questão ambiental, não está colocada no horizonte imediato. O aprofundamento da democracia é, no dizer de Lênin, o caminho mais curto para avançarmos rumo ao socialismo.
Assim sendo, do ponto de vista da luta imediata, e da luta em defesa do meio ambiente, nos dias atuais, se identificamos com a corrente da Susténtabilidade Democrática,( que defende a tese de que o desenvolvimento sustentável só será possível com as alterações no modelo de produção e consumo da sociedade. Tal posição não rompe com o capitalismo, mais propõem medidas que aprofundam o processo democrático assegurando a defesa do meio ambiente e a melhoria das condições de vida do povo, defendendo também a participação do Estado e da Sociedade civil, na luta em defesa do meio ambiente. A posição marxista adota esta posição no rumo do processo de acumulação de forças a construção da sociedade socialista.
(Por Willamy Feitosa)

Caravana da UEP


O movimento estudantil que sempre esteve na van guarda das transformãções ocorridas no Brasil, haja vista as campanhas da UNE "O petroleo é nosso" e "Fora Collor", tem um papel fundamental a desempenhar no cenário político de hoje, lutando para transformar o Brasil no país que queremos. Por isso a União dos Estudantes de Pernambuco - UEP, entidade histórica que sempre travou a luta do povo pernambucano, tem a responsabilidade de pautar "A educação na perspectiva do desenvolvimento de pernambuco", realisando para tanto a Caravana PÉ NA ESTRADA PELA EDUCAÇÃO. Nosso intuito é traser para a sociedade pernambucana o debate acerca dos novos desafios para a educação no nosso Estado, realizando conferências livres nas principais Instituições de Ensino Superior. Queremos impulsionar a participação da juventude pernambucana no processo da Conferência de Juventude e, assim, consolidar e fortalecer o movimento estudantil em Pernambuco.
A caravana da UEP será realizada entre os dias 02 e 27 de março de 2008, passando na cidade de Caruarú, na FAFICA, no dia 12.
Santa Cruz do Capibaribe ajuda a construir o evento em Caruaru.

Fotos da Caravana da UEP


Fotos da Caravana da UEP
Março/2008

quarta-feira, 19 de março de 2008

Curso de Formação


Em Março de 2008, a União da Juventude Socialista do estado de Pernambuco realiza um Curso de Formação para seus principais lideres e militantes. O Curso de realizou na cidade de Igaraçu, e claro a bancada de Santa Cruz do Capibaribe não poderia ficar de fora. Tallys, Emilia, Iana, Bruno e Monalisa, estavam presentes nas aulas, nos grupos e nos debates.
A noite espaço cultural também não poderia deixar de existir. Ao som de Rafael no violão e dance organizado pela cidade de paulista descontraiu os militantes.

UESCC X UBES


"O movimento estudantil unificados para as mudanças do Brasil"


Essa é uma das grandes bandeiras levantadas pela União da Juventude Socialista. Apesar de ser da UESCC, entidade conhecida como concorrente da AESSCC, hoje dirigida por membros da UJS, Osinha sempre teve bom relacionamento com membros das duas entidades.
Participou do Congresso da União Brasileira de Estudantes Secundaristas, também dirigida por membros da UJS, e têm participado de algumas reuniões da UJS local.
Outro membro da entidade, Artur Correia, atual tesoureiro também já participou do Congresso de reconstrução da União dos Estudantes de Pernambuco, também dirigida pela UJS. Conheceu o movimento e houve integração entre os movimentos.
Recentemente houve a realização do Santa Cruz Cultural, um evento organizado pelos movimentos sociais, coordenados pela ACEC Produções Culturais, dirigido por Verônica Valadares e a colaboração da AESSCC e da UESCC.

SANTA CRUZ NO CONGRESSO DA UBES



Em Novembro e Dezembro de 2007, a União da Juventude Socialista de Santa Cruz do Capibaribe, participa ativamente no 37º Congresso da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, em sua etapa estadual na cidade de Garanhuns/PE e na etapa nacional na cidade de Goiânia/GO.

Levando representantes das cidades de Santa Cruz do Capibaribe, Brejo da Madre de Deus, Taquaritinga do Norte, Toritama e Vertentes, somou-se 50 delegados eleitos nas principais escolas dessas cidades.
Apesar de temporada de festa na cidade, Aniversário do Moda Center Santa Cruz, a grande bancada não se desmobilizou. Enfrentou a viagem, e esteve lá firme e forme, representando o Agreste pernambucano e bem representado.

A bancada do Agreste estava de parabéns.

Na etapa nacional, representando a região, Monalisa Tiburcio não deixou por baixo, integrou com todos os municípios e defendeu nossa região sendo uma das grandes participantes dos eventos do congresso.

Outra grande colaboradora foi a companheira Osinha, atual membro da diretoria da União dos Estudantes de Santa Cruz do Capibaribe UESCC, prestigiou o evento e deu sua grande contribuição para o debate, mostrando que o "O movimento estudantil unificado para as mudanças do Brasil".

domingo, 16 de março de 2008

UNIÃO DA JUVENTUDE SOCIALISTA


A União da Juventude Socialista (UJS) é uma entidade de massa caráter socialista brasileira, fundada em 22 de setembro de 1984, enquanto partidos políticos socialistas e comunistas ainda eram proibidos, dentre eles o PCdoB.

A UJS possui diversas linhas de atuação, entre elas, Movimento Hip Hop, Jovens Trabalhadores, Gênero e Sexualidade, Raça, Movimentos de Bairros, Cultura, Esportes, Políticas Publicas para Juventude, mas se destaca mais no Movimento Estudantil, onde é uma das maiores forças políticas, dirige a UNE (União Nacional dos Estudantes) e a UBES (União Brasileira de Estudantes Secundaristas), entre diversas entidades gerais e entidades de base nesse movimento, em Santa Cruz do Capibaribe, dirige a AESSCC (Associação dos Estudantes Secundaristas de Santa Cruz do Capibaribe), em Pernambuco a UMES (União Metropolitana de Estudantes Secundaristas) e UEP (União dos Estudantes de Pernambuco).

A UJS foi uma das entidades responsáveis pelo movimento popular Fora Collor, atuou no Fora FHC.
A UJS é organizada em núcleos, direções municipais, direções estaduais e a direção nacional. Esta entidade tem direção estadual organizada em todas as Unidades da Federação.
O principal fórum da UJS é o seu Congresso Nacional. Este delibera a executiva que irá "guiar" a UJS nos próximos dois anos, até que ocorra um novo congresso e a mesma seja mudada novamente. No ultimo congresso nacional, o 13º de sua história, foi eleito presidente da entidade o ex-presidente da UBES Marcelo Gavião.

Hoje a UJS defende o voto aos 16 anos, através da campanha Se liga 16, a não redução da maioridade penal, a solidariedade internacional, o respeito ao meio ambiente, os investimentos públicos na cultura, esportes, educação, saúde, a reforma agrária, a reforma universitária, dentre outras bandeiras do campo democrático do movimento social do país.

São mais de 100 mil filiados, em Pernambuco, 14 mil.

Em Santa Cruz do Capibaribe, a União da Juventude Socialista foi fundada em 2003, com a necessidade da redemocratização do movimento estudantil da cidade que culminou com a criação da entidade secundarista AESSCC.

Hoje a UJS é uma das maiores entidades da sociedade civil organizada na cidade, contribui para construção de um projeto de desenvolvimento, visando a educação e a juventude.

FILIE-SE A UJS
"Se o presente é de luta, o futuro nos pertence"
(Che)
DIREÇÃO MUNICIPAL
PRESIDENTE:
TALLYS AUGUSTO DE LIMA MAIA
SECRETARIO GERAL:
TIAGO OLIVEIRA CAETANO
TESOUREIRO GERAL:
IANA PAULA SILVA DE SOUZA
DIRETOR DE ORGANIZAÇÃO:
EMILLIA RAFFAELE DA SILVA
DIRETOR DE COMUNICAÇÃO:
BRUNO RAFAEL MAIA XAVIER
DIRETOR DE FORMAÇÃO:
WILLAMY CHARES FEITOSA DUQUE
DIRETOR DE GÊNERO:
MONICKY MEL SILVA ARAUJO