
Em um Mundo Globalizado, moderno, praticamente sem barreiras, ainda encontramos uma, na qual esbarramos: “ PRECONCEITO “.
Ao se falar em Diversidade Sexual, ânimos se exaltam, diálogos acalorados começam a surgir. Esse tema é muito complexo e pouco difundido de forma esclarecedora à sociedade.
Sabemos que foram criados estereótipo dos indivíduos do segmento LGBT e é a partir desses estereótipos que o preconceito começa a fluir dentro da sociedade. A falta de informação cria uma atmosfera obscura quando se trata do assunto Diversidade Sexual. Ainda se ouve muita gente perguntar a meninos e meninas: Quando foi que você virou GAY?”. Ninguém vira GAY, ninguém opta por ser GAY.
Ou seja, o termo Opção Sexual é ERRADO. Nós já nascemos GAYS, BISSEXUAIS ou HETEROSSEXUAIS. Nenhum ser humano muda de orientação sexual. O que acontece é, o individuo demonstrar, dar vazão ou não a sua orientação sexual.
Infelizmente, o preconceito incutido na sociedade faz com que indivíduos, HOMO ou BISSEXUAIS, na sua maioria vivam a LEI DO SILÊNCIO. Muitas dessas pessoas passam uma vida inteira castrando seus sentimentos, encenando, interpretando uma personagem que não existe.
A diversidade sexual se dá através de diferentes formas de relacionamentos, de uma convivência entre indivíduos do mesmo sexo ou não. Por isso, a expressão:” DIVERSIDADE”, várias formas de AMAR e SER AMADO.
Há um lapso temporal muito curto achava-se que o HOMOSSEXUAL e o BISSEXUAL eram indivíduos acometidos por uma patologia psicológica, na qual se desenvolvia um distúrbio de personalidade, onde o doente passava a ter um desvio de conduta, deixava de sentir atração física e ou amorosa pelo sexo oposto e desenvolvia a atração pelo sexo semelhante. Essa tese foi posta em cheque e caiu em desuso. Pois, a mesma é tida como fora dos padrões científicos.
Hoje, o sufixo ISMO, não mais é usado, pois o mesmo dava a condição de que o individuo homossexual sofria de uma patologia. Fato que não é verdadeiro.
Ou seja, passamos de indivíduos fora dos padrões psicossocias aceitos, para indivíduos que estão desenvolvendo uma forma “ DIFERENTE DE AMAR “. Criamos o termo HOMOAFETIVIDADE para colocarmos no lugar do termo HOMOSSEXUALISMO.
Portanto, não se pode mais fechar os olhos para essa realidade social. Somos uma parcela da sociedade e temos poder de decisão. Esse tema não mais sairá do cotidiano, cada vez mais estará presente em nossas VIDAS.