Nos dias 07 e 08 de Junho de 2008, foi a vez dos jovens socialistas do Estado de Pernambuco se encontrarem para discutir as suas diretrizes dos próximos 2 anos e eleger a diretoria estadual. E a bancada de Santa Cruz do Capibaribe e Toritama marcou presença levando 48 delegados até o campus da Universidade Federal de Pernambuco em Recife, onde aconteceu o congresso.
E mais uma vez a nossa delegação impressionou não só pela quantidade de pessoas, mas pela qualidade dos discursos e intervenções feitas por nossos delegados nos grupos de discussão e debates. Muitos deles participavam pela primeira vez de uma etapa estadual do congresso e para eles tudo o que viram e ouviram serviu de aprendizado.
Logo após o ato político de abertura com a presidente estadual Silvana Paula, assistimos ao filme Guerrilha do Araguaia, que causou grande comoção entre os nossos militantes, mas que acima de tudo deu ânimo novo para que continuássemos a lutar.
Logo após o almoço as delegações se dividiram em Grupos de Debates. A nossa se dividiu visando a participação em todos os grupos, assim, pudemos participar das discussões em torno do movimento estudantil secundarista; movimento estudantil universitário; gênero; GLBTT; Cultura e esporte; Discriminação Racial;
As intervenções de nossos delegados na elaboração de propostas foi rica, com destaque para o movimento estudantil universitário, onde nossos diretores deram grandes e numerosas contribuições levando a realidade de nossa região à outros municípios e elaborando propostas.
Marcamos presença inclusive nas apresentações culturais do Congresso que neste ano tiveram mais espaço. O grupo santacruzense de Hip-Hop You Can Dance se apresentou e arrancou elogios e aplausos dos demais participantes, tendo sido convidado a se apresentar na cidade de Bezerros, expandindo os horizontes de nossa participação cultural no estado.
Na plenária final tivemos a votação das propostas feitas no dia anterior nos grupos de discussão, recebemos a visita de Luciano Siqueira e elegemos a Diretoria Estadual da nossa gloriosa UJS Pernambuco, que há cada biênio se destaca mais no cenário nacional, mostrando aumento não só quantitativo, mas qualitativo da nossa militância. E se Pernambuco se destaca no Brasil, Santa Cruz se destaca em Pernambuco! Prova disso foi a indicação e aprovação de 4 dos nossos 13 dirigentes municipais para fazer parte da direção estadual da nossa entidade. São eles : Willamy Feitosa, Tallys Augusto, Tiago Oliveira e Emília Raffaele, militantes que há muito vêm lutando por nossa causa e que muito contribuirão ampliando ou mantendo a sua participação no estado.
sábado, 26 de julho de 2008
Fotos do Congresso Estadual
sábado, 28 de junho de 2008
3 ° Congresso Municipal da UJS de Santa Cruz do Capibaribe
No dia 31 de Maio, jovens socialistas da região se encontraram para realizar o 3 ° Congresso da União da Juventude Socialista de Santa Cruz do Capibaribe. O evento foi realizado no CESAC, com início às 15:00 horas e contou com a participação de jovens da nossa cidade, de Toritama, Taquaritinga e Vertentes.
A mesa condutora das atividades abriu o congresso apresentando algumas das principais frentes de atuação da UJS, contou um pouco da nossa história e fez uma pequena explanação sobre conjuntura política nacional.
O diretor Bruno Rafael que esteve há pouco em Brasília participando da Conferência Nacional de Meio Ambiente falou da importância do tema e sobre a atuação recente da UJS na área. O movimento estudantil Universitário e Secundarista sempre representou a maior força da nossa organização, por isso foi um dos temas debatidos pela também diretora da UJS Iana Paula. O ex- presidente e fundador da Associação dos Estudantes Secundaristas de Santa Cruz do Capibaribe - AESSCC, ex- diretor da UNIão dos Estudantes de Pernambuco - UEP, ex- presidente do DCE da FAVIP e membro da diretoria estadual da UJS e que atualmente atua na frente de meio - ambiente, Willamy Feitosa, mostra a sua versatilidade e compromisso com as questões da juventude trazendo o debate de diversidade sexual ao congresso, mostrou como o tema ainda é tratado com preconceito e como a UJS deve trabalhar para que esse quadro se reverta. Contamos também com a presença da jovem Társsia Fernanda (bacharel em Direito), com o debate de cultura, onde falou dos CUCAs da UNE , da Bienal de Cultura e Arte promovida pela mesma entidade e da importância da cultura como fator de integração social. O debate que mais se mostrou polêmico e participativo foi o de conjuntura política feito pela presidente da AESSCC Emília Raffaele, que comparou o desenvolvimento do país durante o governo de Fernando Henrique com o do atual presidente Lula nas áreas de educação, saúde e inserção social, mostrando o crescimento dos últimos anos, mas apontando as melhorias que ainda devem ser feitas, falou do voto aos 16 anos e da necessidade de lutarmos contra a redução da maioridade penal. Antes que fosse dado início aos grupos de discussão, o então presidente municipal da UJS, Tallys Augusto, falou da história de lutas da nossa entidade desde a sua fundação e apresentou de forma rápida as linhas de atuação que ainda não haviam sido expostas, como as de gênero, movimento hip hop e de jovens trabalhadores.
A mesa condutora das atividades abriu o congresso apresentando algumas das principais frentes de atuação da UJS, contou um pouco da nossa história e fez uma pequena explanação sobre conjuntura política nacional.
O diretor Bruno Rafael que esteve há pouco em Brasília participando da Conferência Nacional de Meio Ambiente falou da importância do tema e sobre a atuação recente da UJS na área. O movimento estudantil Universitário e Secundarista sempre representou a maior força da nossa organização, por isso foi um dos temas debatidos pela também diretora da UJS Iana Paula. O ex- presidente e fundador da Associação dos Estudantes Secundaristas de Santa Cruz do Capibaribe - AESSCC, ex- diretor da UNIão dos Estudantes de Pernambuco - UEP, ex- presidente do DCE da FAVIP e membro da diretoria estadual da UJS e que atualmente atua na frente de meio - ambiente, Willamy Feitosa, mostra a sua versatilidade e compromisso com as questões da juventude trazendo o debate de diversidade sexual ao congresso, mostrou como o tema ainda é tratado com preconceito e como a UJS deve trabalhar para que esse quadro se reverta. Contamos também com a presença da jovem Társsia Fernanda (bacharel em Direito), com o debate de cultura, onde falou dos CUCAs da UNE , da Bienal de Cultura e Arte promovida pela mesma entidade e da importância da cultura como fator de integração social. O debate que mais se mostrou polêmico e participativo foi o de conjuntura política feito pela presidente da AESSCC Emília Raffaele, que comparou o desenvolvimento do país durante o governo de Fernando Henrique com o do atual presidente Lula nas áreas de educação, saúde e inserção social, mostrando o crescimento dos últimos anos, mas apontando as melhorias que ainda devem ser feitas, falou do voto aos 16 anos e da necessidade de lutarmos contra a redução da maioridade penal. Antes que fosse dado início aos grupos de discussão, o então presidente municipal da UJS, Tallys Augusto, falou da história de lutas da nossa entidade desde a sua fundação e apresentou de forma rápida as linhas de atuação que ainda não haviam sido expostas, como as de gênero, movimento hip hop e de jovens trabalhadores.
Grupos de Discussão (GDs)
Os delegados ao congresso se dividiram em 3 grupos de discussão: Movimento Estudantil, dirigido por Iana Paula e Tallys Augusto; Cultura e Diversidade Sexual, dirigido por Willamy Feitosa; e Meio Ambiente e Conjuntura Política, dirigido por Emília Raffaele e Tiago Oliveira presidente da UMES. Nos grupos, os debates que a mesa condutora das atividades havia iniciado, se aprofundaram e foram intensos. Neles foram elaborados propostas de acordo com o tema discutido para serem votadas por todos os delegados do congresso.
Atividade Cultural

No intervalo entre os grupos de discussão e a plenária final, tivemos apresentação de capoeira, mostrando a nova roupagem da UJS que se propõe à partir desse congresso a estender e intensificar a atuação das suas frentes, dando a elas autonomia. A frente de cultura mostra a sua importância enquanto fator de lazer e integração social. No caso específico da capoeira, além de ensinar os jovens a ter disciplina ( o que se reflete no convívio social e nos estudos), ainda resgata as nossas raízes africanas, valorizando aqueles que ajudaram a construir a nossa identidade étnica tão diversa e rica.
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